
















Andam para aí uns gajos q eu n vou dizer o nome, mas têm um nome muito esquisito, tipo João felaciado, ou João sugado, ou João chupado, ou João brochado (pronto é um estes), a dizer "oh pá tá mal não é que o teu primo Paulo bazou de casa da tua Tia Patrícia já assim para o tocado.
Pois é, tudo aconteceu no dia 22 de Junho de 2006 quando às 02.30 da manhã já depois de muito bem bebido e melhor comido, graças à maravilhosa mão para a cozinha da minha Tia Patrícia (só foi pena o franga ainda ir congelado e estragou as natas, mas estava muito bom).
Ao chegar à rua encontra um amigo de longa data e pede-lhe ajuda para encontrar o carro e ao que parece o carro estava mesmo em frente às escadas.
Estavam os dois a falar dentro do carro quando ele questionou o Paulo sobre uma das saídas com amigas. Como bom labajão que é perguntou-lhe se ela lhe tinha feito um felacio. O Paulo ficou chocado! E perguntou-lhe: "Mas nem perguntas se demos um beijinho, perguntas logo pelo felacio?" ao que ele respondeu "Beijinhos!?!?!? Nada disso... FELACIO!".
Obviamente este amigo angelical está enganado. O beijinho é muito importante. Digo mais, nos damos quase instintivamente o beijinho. E porque? Não é por qualquer tipo de respeito para com a rapariga, nada disso, é pelo nosso instinto paternal. Vou dar um exemplo. Imaginem q estamos a dar de comer ao nosso filho bebé.
Pegamos numa colher, enchemos de papinha e o que fazemos? Não damos directamente ao nosso petiz, primeiro encostamos a papa aos lábios para ver se está quente, para ver se está em condições para o nosso filho.
Agora já estão a ver a relação. Nós por instinto levamos primeiro os lábios da menina aos nossos antes de qualquer tipo de actividade com o nosso bebé.
De certeza q Freud concordaria comigo...
Mas voltando à historia da noite, quando chegam a casa o Paulo vai para para tirar as chaves e vê que não estavam no sitio onde deviam estar, na porta do condutor.
Com isto tudo ainda envia um SMS ao amigo, parece que o largou lá para a Reboleira Norte, a perguntar se quando chegou ao carro notou alguma coisa estranha, mas felizmente já estava a dormir e não o incomodei.
Preocupado e ainda bem bebido e melhor comido, com o belo do frango ainda meio congelado, ligou à minha Tia Patrícia a perguntar se podia ir dormir a casa dela e de manha resolveria o assunto (a casa dos meus Tios Richa e Bruno fica a 2 minutos da casa do Paulo e ele foi para uma a 15 min). “Que cromo.”
Diga-se de passagem que aquele sofá é maravilhoso, dorme-se lá muito
Depois de bem dormido, de manhã sai de casa da Tia e já não se lembrava onde tinha deixado o carro outra vez. E lá estava ele junto às escadas assim um bocado para o mal estacionado.
Quando chega à portada de casa dele, por curiosidade olha para a porta do pendura e lá estavam as chaves e os óculos.